terça-feira, 22 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Mais tempo ao tempo

Sabe quando a rotina é tão apertada que quase não temos tempo pra fazer o que temos vontade? Pois é, digamos que vida de estudante de ensino médio em meio a aulas a tarde, curso de inglês, aulas de violão, treinos, academia e sem falar do tempo de estudo, é um tanto quanto agitada. Observo minha vida passar e quando finalmente acho um tempo de folga, vejo o quão rápido tudo passou. Entre horários apertados vou tentando encaixar atividades aleatórias que fazem falta de vez em quando. Dá até vontade de gritar, gritar um "aaaaaaah" bem bonito apenas por estar cercada de tantas responsabilidades e necessidades de férias (fééééériaaaaas!), o engraçado é que eu digo isso em um domingo de pós carnaval, pois só de pensar no que me espera amanhã, já volto a ansiar as próximas férias. Não que eu fuja dos compromissos, até porque sei que eles são essenciais e responsabilidade é primordial pra quem almeja um ótimo futuro. Mas é aquilo né, falta tempo até pra respirar, 24 horas por dia é muito pouco e diante de todo esses horários apertados e a toda essa correria, só peço uma coisa: mais tempo ao tempo! (NOW!)

domingo, 6 de março de 2011

De compromisso com a folia

É, como o título já diz, estou de compromisso com a folia. Nunca fui muito chegada a carnaval e toda essa agitação, curtição e loucura que ele trás, mas este ano, estou estou disposta a mudar. Pode até parecer que estou passando por uma mudança radical, mas não. Apenas jurei pra mim mesma, que ia tentar me soltar mais. Me sinto muito presa, introvertida, como se ter gente e multidões por perto, já me assustasse. O estranho é que eu realmente odeio essa timidez e por mais que eu queira, não consigo deixá-la de lado. Mas acho que aos poucos, vou me permitindo a gostar de tudo isso, vou tentando aproveitar o máximo e esquecer do que me prende. Então, o carnaval está aí e esse ano posso dizer que estou entendendo o significado dele. A alegria, a bagunça, a época em que o que todos querem é cair na folia e esquecer dos problemas. Eu, vou aprendendo a gostar e lidar com a mudança que almejo ser realizada. E mesmo que as pessoas sempre digam que o que importa é ser você, eu contrariaria dizendo que o bom de sermos nós mesmos é poder nos sentirmos bem o que acaba trazendo o interesse por certa mudança. E enquanto vou me esforçando para melhorar, vou curtindo todo esse alto astral, afinal, é carnaval.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Tudo novo

Entrei no quarto, algo me incomodava. Tudo tão igual ao de sempre, prateleiras cheias de pelúcia, e olha que eu nunca fui chegada a ursinhos e bichinhos, porta retratos mostrando fotos antigas.. tá, antigas seria exagero, mas estou numa fase em que meros 3 anos podem significar antiguidades. Tirei tudo, hora de mudar, renovar. E o engraçado é que meu abajur de teto, ah, esse nunca muda, a anos escuto meu pai dizer que vai trocar as lâmpadas queimadas, mas não tem jeito, sempre teve apenas uma iluminando, já até acostumei a fazer tudo a luz baixa. Ao retirar as fotos dos porta retratos, me enchi de lembranças e saudades e me peguei por um momento sorrindo pra fotografia, coisa de novela. Retirei tudo que julgava velho, pensei até em me desfazer, logo eu, que sempre fui tão apegada a tudo. Pois é, não consegui, joguei em uma caixa, pronta pra ficar por bastante tempo socada em um armário. O que mais gosto de arrumar o quarto é ser sempre surpreendida por algo que nem lembrava existir, mas ao lembrar me apegar ao objeto como relíquia, ou talvez mais tralha para a caixa. Quando terminei o trabalho por ali, percebi que realmente estava tudo incompleto, as prateleiras, os porta retratos e que para que voltasse a ser completo precisaria de uma mudança. Pois é, como disse antes, chegou a hora de mudar. E o que espero é que quando tudo estiver mudado, meu cantinho pouco iluminado ganhe novos atributos e novos retratos que trarão novas lembranças e arrancarão novos sorrisos.

Protagonista ou figurante?

Odeio ser presa, introvertida. Acho que o ruim é porque acabo tendo uma certa ideia de tudo sempre, como se por mais que não fizesse muito, observasse tudo e depois tirasse a conclusão. Mas é aquilo né... nunca o que esperamos, ou achamos que é, é o que realmente é. São muitas expectativas, muito ensaio interno, espontaneidade definitivamente não foi uma coisa que herdei. Preciso me soltar. Ser figurante, comer pelas beiradas, me esquivar e calar não dá. Eu quero é protagonizar.

Reality

Sabe quando você acaba de ver um filme e chega a conclusão de que sua vida é bem sem graça, mas você não faz nada pra mudar porque de certa forma está bem assim? Então...

Quase sem querer

Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranqüilo
E tão contente...

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém